
Freud, me tira dessa!
Cat busca ajuda na terapia para rever suas escolhas, mas se apaixonar pelo analista torna sua vida ainda mais complicada.
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A vida parece se abrir para Catarina quando ela assume um novo emprego em Belo Horizonte e passa a morar sozinha. Contudo, as outras áreas de sua vida parecem não acompanhar seu crescimento profissional. Cansada das decepções amorosas que sempre balançam seu emocional, Cat se propõe a rever suas escolhas e busca ajuda em um processo psicoterápico. Como se não bastasse o processo, por vezes dolorido, de conhecer a si mesma, Cat se apaixona pelo terapeuta. No auge de sua angústia, a personagem recorre ao pai da Psicanálise, Freud, para sair dessa. Por meio das confusões de Cat e também das suas sessões de terapia, é possível se divertir e se identificar com a profunda trajetória de autoconhecimento e aceitação da própria história. A história rendeu o Prêmio Jovem Brasileiro 2012 e o Destaques Literários como melhor chick-lit, segundo o voto popular, do mesmo ano à autora.












