Para onde um livro te leva?

Dias atrás, li no livro “Roube como um artista”, de Austin Kleon, uma frase que me chamou atenção. “O negócio não é o livro com o qual você começa, mas o livro ao qual aquele livro te levará”.

Eu comecei lendo os gibis da Turma da Mônica que meu pai assinava para mim e meu irmão. Depois li Ruth Rocha, Ana Maria Machado e outros autores infantis. Logo vieram as histórias da coleção Vaga-Lume (com hífen mesmo, segundo a Nova Ortografia) e vários clássicos juvenis. Passei, então, a ser como um carro desenfreado na descida. Lia tudo que surgia na minha frente. Na adolescência, já tinha claro o tipo de personagem que eu gostava, o ritmo de narrativa que me prendia e a trama que me transportaria a outro mundo. Um livro sempre me levou a outro – e isso é o mais importante quando tratamos de leitura.

Sempre que eu termino algum livro muito bom, fico louca para começar outro. Se usarmos essa linha de raciocínio, a gente até desapega do debate das atuais publicações do mercado editorial, que cada vez mais tem publicado celebridades que fazem Literatura. Talvez, esses livros sejam um ponto de partida para quem ainda não tem o hábito da leitura.

Um livro, claro, pode nos levar a outro mundo ou a outra século, mas a leitura terá mesmo valido a pena quando você terminar uma história e ficar louco para ler outro.

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