Mês: dezembro 2015

O que aprendi em 2015

Mais uma volta no calendário! 2015 está chegando ao fim e, a julgar pelo o que acompanho nas mídias sociais, não vai deixar saudade. Contudo, sempre dá para aprender, especialmente com as piores experiências. Divido, então, algumas coisinhas que a vida me chamou atenção em 2015. As pessoas erram. Por melhores que elas sejam e por […]

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Visitando um leitor especial

Há força e encanto nas palavras. Por meio delas, é possível conhecer pessoas, manter amizades e viajar sem sair do quarto. Tive mais uma prova dessa energia ao conhecer um querido leitor, e também escritor, o Rick Bastos. Há tempos nos conhecemos pela internet e no último dia 26, depois do Natal, pude visitá-lo. Rick possui […]

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Sonhos não envelhecem

Eles não somem, não saem de moda, não enfraquecem e tão pouco se vão com as dificuldades. Os sonhos não envelhecem, já diziam os compositores Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges na canção Clube da Esquina II. Eu conheço gente que já quebrou mais de uma vez e que foi desencorajado pela família a […]

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Somos todos vulneráveis

vul.ne.rá.vel adj m+f (lat vulnerabile) 1 Que se pode vulnerar. 2 Diz-se do lado fraco de um assunto ou questão, e do ponto por onde alguém pode ser atacado ou ofendido. 3 Que dá presa à censura, à crítica. Diz o dicionário Michaelis. Há um grupo de pessoas que sempre me chamou a atenção: as pessoas que arriscam a dizer “eu […]

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Itens natalinos da Disney

Quando se trata da Disney, a magia perdura o ano inteiro. No Natal, então, a decoração, as músicas, as festas e os gifts parecem ter um brilho a mais. Estive na Disney durante o Halloween, e diversos itens natalinos já estavam a venda. Com o dólar sanguinário e com a crise que assombra especialmente escritores autônomos, […]

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Hello world!

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Entre dar e ser presente

Entre dar e ser presente

Há muito tempo, quando ainda era estudante de Jornalismo, atuava como voluntária numa creche nas proximidades de onde eu morava. Inevitavelmente, a gente se apega às crianças. Uma das várias que me apeguei, era uma menina de 4 anos: tímida, calada e com um olhar ligeiramente melancólico. Depois de várias investidas, ela finalmente se abriu a mim. […]

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